Café Literário Cronópios






Literatura em grau máximo
por Edson Cruz











 

O silêncio dentro de um grito
por Felipe Stefani




Há folhas caindo
por Ângela Castelo Branco




Mariogame nº 3
por Luiz Roberto Guedes




Mulheres do Candeeirocafe
por Candeeirocafe




“Sampoema”
por Flávio Viegas Amoreira




Bandeiras: territórios imaginários
por Guilherme Mansur




Ai de ti, Haiti
por Márcio Almeida




Haicais à Guilherme de Almeida
por Marcelo Tápia




Antes da criação, não havia meias de nylon
por Viviane de Santana Paulo




Sampa afogada
por Ulisses Tavares




A definição do silêncio
por Sylvia Beirute




Tristeza vem e passa
por Ana F.




Véu
por Adriana Versiani




Cola e tesoura 3
por Márcio Araujo




Balofo e sicofanta
por Paulo Franchetti




Boletins oficiais
por Gabriel Pardal




Espera poesia
por Guilherme Mansur




O acaso é feito de pequenos dentes
por Sérgio Graciotti




Dia Nacional da Consciência Negra
por da Redação




Para pegar
por Luís Capucho







 
15/5/2005 22:37:00
O poeta pode tudo




Por Gustavo Dourado






Rimbaud Poeta Inventivo

Alquimista do Verbo Creador

"Bateau - Ivre" texto-ícone

Sinestésico pensador

No "Soneto das Vogais"

Foi além do ego-scriptor...

 

O Poeta tudo pode

Ouvir, prever, traduzir...

Rimbaud de "Les Corbeaux"

Implacável a produzir

Some aos 19 anos

Pra na África resistir ...

 

"Uma estação no inferno "

Em busca de "Iluminações"

Obra-Prima geniarte

Criativas invenções

Jean-Nicholas Arthur Rimbaud

Vate de contradições...

 

"La rivière de Cassis"

"Memoire" transmutação

"Bruxelles" que enleva

"Ma bohème" ao coração

Rimbaud Ser Universal

Navegante da Paixão...

 

Nasceu em 1854

O PoetAventureiro

Morreu aos 30 e Sete

Sem amor e sem dinheiro

In.feliz e mal.tratado

Um poeta verdadeiro...

 

Dos 15 aos 19 ...

Um Poeta visionário

Foi mártir louco herói

Ente extraordinário

Nasceu a 20 de outubro

O grande poeta áureo...

 

Uma saga atormentada

E uma vida rumorosa

Infância de livros e fugas

Entre a espada e a rosa

Prodígio de Charleville

Renovação primorosa...

 

Um dos deuses da Poiesis

Insubmisso...Ferino

Talentoso e inventivo

Daimoníaco e divino

Poeta maldito viajante

Pelas plagas do destino ...

 

Evangelista do verso

Luciferino...Glorioso

Místico e mithológico

Nubscuro theonebroso

Binquieto trinstigante

Almágico e fervoroso...

 

"Mystique", "Fleurs", "Aube",

Illuminations: Mensagem...

Alquimagia fulgurante

Ás vidente da linguagem

Relâmpago da Poesia

Sempre em eterna viagem...

 

Poeta inesgotável

Criativo essencial

Luminar da invenção

Encantador literal

Um gênio devora a dor

Transmutador marginal...

 

Rebelde...Zentusiasta

Profeta e carpinteiro

Demiurgo da Poiesis

Taumaturgo aventureiro

Alquimista do Uni...Verso

Iluminou-se por inteiro...




 

Gustavo Dourado, baiano de Recife dos Cardosos-Ibititá (Irecê)-Chapada Diamantina.No DF há 29 anos atua/atuou nos movimentos poéticos,ecológicos,populares, ufológicos,holísticos,estudantis(UnB),socioculturais. E-mail: gustavodourado@yahoo.com.br 

www.gustavodourado.com.br e www.phalabora.ta-na.net

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