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25/7/2006 21:53:00 O dia em que Mick Jagger apareceu em Arembepe Por Eduardo Calazans Sinopse
Na década de 70, Arembepe ficou famosa por suas belezas naturais, até então virgens e selvagens; assim como, pela vinda de artistas famosos e hippies de todo o mundo, passando a ser o “paraíso” escolhido e preferido do pessoal “Paz e Amor”. Quiçá uma nova Woodstock! Época de grandes transformações culturais e comportamentais no mundo: muita droga, sexo e rock and roll. Na Bahia começava a ser implantado com incentivo do Governo Militar e das Multinacionais o Distrito Industrial de Aratu e o Complexo do Pólo Petroquímico de Camaçari, trazendo à Bahia mudanças significativas do ponto de vista econômico, cultural, social e urbanístico. Nesta peça, o autor busca refletir e retratar um pouco desse período de grandes mudanças, acreditando ser o riso a melhor e mais eficaz forma de reflexão. Personagens
Prefeito Cotinha - Secretária do Prefeito Deputado Padre Brigitte - Ator Transformista e Assessora Internacional. Jornalista (Foca) da Revista Veja Fotógrafo Iaiá da Bahia - Baiana do Acarajé Eleotério - Pescador e dono da Barraca de praia Salustiano - Pescador Mandrix e Rhopinol - Jovens classe média alta Astrogildo Lindolfo - Empresário Artístico Profeta - Hippie Shiva Hama - Hippie Hare - Hare - Hippie Mini - Hippie - Hippie Cenário À direita do proscênio, uma jangada velha encalhada na areia, coqueiros ao fundo e cabana de palha-de-coqueiro escrito: “Barraca Fé nas águas”; caixotes servindo de cadeiras, mesa, algumas garrafas no balcão. Placas: “Chopp 70 e Guaraná Platense. No centro do palco, uma pequena praça, com casas simples e mal pintadas, (Tendo uma rampa sobre elas, que passa pela frente e fundos da prefeitura, onde se desenrolará algumas cenas) com letreiros em algumas casas:” Pousada da Tranqüilidade”, “Delegacia”, “Igreja”, “Prefeitura”; sendo que a prefeitura tem dois andares, o gabinete do prefeito funciona no andar de cima, com mesa de escritório, telefone e interfone, papéis, cadeiras, arquivo, frigobar,etc. Ao fundo uma enorme chaminé de fábrica e um andaime que servirá de escada no decorrer da encenação. À esquerda do proscênio, aldeia hippie: uma varanda coberta com palha-de-coqueiro, banco rústico, para quatro pessoas, redes, almofadas, sinos de vento na entrada, pinturas “naif” e artesanatos marinhos na parede. Eduardo Calazans, baiano, dramaturgo e escritor, membro da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (www.sbat.com.br), quatro peças teatrais publicadas, dois livros de contos inéditos. Na Internet tem trabalhos publicados nos sites: www.releituras.com.br; www.germinaliteratura.com.br; Arquivo Renato Suttana; http://www.comediasbaianas.xpg.com.br E-mails: dudacalazans@ibest.com.br; antonmatos@yahhoo.com.br; dudacalazans@gmail.com |