Café Literário Cronópios





Discurso de Al Gore desnuda democracia americana. Mídia não repercute
por Carlos Eduardo Magalhães




 

O habitante das falhas subterrâneas - cap.6
por Ana Paula Maia




O habitante das falhas subterrâneas - cap.5
por Ana Paula Maia




Valentina e o laranja intenso
por Marcelo Mirisola




A lição do amarelo
por Álvaro Dias Cuba




O habitante das falhas subterrâneas - cap.4
por Ana Paula Maia




O meu primeiro roubo
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Sobre a calçada
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por Ana Paula Maia




Conversa & Acerto
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Inverossimius: um conto juvenil
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O jogo da velha. Contraponto de primeiríssima espécie
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Das cavalidades
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O engraxate: milagre de Natal de uma infância pobre em Itararé
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Mulher na árvore
por Bárbara Lia




Pequenos delitos
por Rodrigo Novaes de Almeida







 
3/3/2007 19:19:00
Lençóis, le diamant enchanté



Por Eduardo Calazans

 



A “Vila Rica” da Bahia no século XIX

 

 

Esta comédia é dedicada ao Bando de Teatro Olodum e ao Grupo Galpão expoentes de garra, sensibilidade e criatividade.

 

 


 

Sinopse

 

O enredo desta comédia se passa na Chapada Diamantina, Bahia, em meados do século XIX. Lençóis e outras cidades vizinhas viveram dias de glória e fausto, com as descobertas de jazidas diamantíferas na região.

O diamante encontrado, como num passe de mágica, despertou a cobiça e a ilusão do bambúrrio iminente e desencadeou uma corrida desenfreada de exploradores dos mais variados quilates. A prosperidade aflorou tão depressa na chapada, que o governo francês solicitou ao governo brasileiro a instalação em Lençóis do Vice-Consulado Francês para a difusão do seu idioma, assim como, para o ensino da Filosofia, Retórica e Caligrafia Gótica.

A cidade de Lençóis chegou a ter o seu nome cogitado para ser a nova capital da Bahia. Durante quase um século essa região vivenciou o apogeu e o declínio das minas de diamante e carbonato; como que por encanto esse tesouro surgiu e desapareceu com a mesma intensidade.

A história oficial passa ao largo do ocorrido.

Muitos dos episódios aqui narrados foram imaginados a partir de lendas, “causos” e fábulas, passadas às novas gerações através da nossa fértil cultura oral.

Os personagens desta comédia são de distintas fases da História do Teatro enfatizando assim o caráter fictício e fabuloso da encenação, uma vez que, na ficção, a imaginação se mostra mais relevante do que os fatos.

 

 

Personagens:

 

Trupe de Saltimbancos

Jogral

Jogralesa

Vicentino

Pierrô  

Colombina

Arlequim

Saltimbanco Francês

Índia à la francesa do Romantismo

Cigana

Cigano

 

(Os saltimbancos são os narradores e se desdobrarão nos demais personagens da peça)


 

Leia a peça na íntegra: clique aqui

















 






Eduardo Calazans, baiano, dramaturgo e escritor, membro da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (www.sbat.com.br), quatro peças teatrais publicadas, dois livros de contos inéditos. Na Internet tem trabalhos publicados nos sites: www.releituras.com.br; www.germinaliteratura.com.br; Arquivo Renato Suttana; http://www.comediasbaianas.xpg.com.br  E-mails: dudacalazans@ibest.com.br; antonmatos@yahhoo.com.br; dudacalazans@gmail.com 

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