Café Literário Cronópios











WORDS, WORDS, WORDS
por Claudinei Vieira






 

Monólogo da velha apresentadora
por Marcelo Mirisola




Maria Suástica
por Tetê Martins




Atos atávicos
por Ercilene Vita




SCAR
por Milena Martins




Último encontro
por Paulo Mohylovski




Poeira branca
por Cláudio Feldman




Aprendizado
por Cecília Prada




A morte e o sapateiro
por Márcia Barbieri




O moço tecelão
por Cláudio Costa




A memória dos seres inanimados
por Severo Brudzinski




O aparelho
por Letícia Palmeira




Für Elise com bolachas
por Aleksandro Costa







 
3/3/2007 19:19:00
Lençóis, le diamant enchanté



Por Eduardo Calazans

 



A “Vila Rica” da Bahia no século XIX

 

 

Esta comédia é dedicada ao Bando de Teatro Olodum e ao Grupo Galpão expoentes de garra, sensibilidade e criatividade.

 

 


 

Sinopse

 

O enredo desta comédia se passa na Chapada Diamantina, Bahia, em meados do século XIX. Lençóis e outras cidades vizinhas viveram dias de glória e fausto, com as descobertas de jazidas diamantíferas na região.

O diamante encontrado, como num passe de mágica, despertou a cobiça e a ilusão do bambúrrio iminente e desencadeou uma corrida desenfreada de exploradores dos mais variados quilates. A prosperidade aflorou tão depressa na chapada, que o governo francês solicitou ao governo brasileiro a instalação em Lençóis do Vice-Consulado Francês para a difusão do seu idioma, assim como, para o ensino da Filosofia, Retórica e Caligrafia Gótica.

A cidade de Lençóis chegou a ter o seu nome cogitado para ser a nova capital da Bahia. Durante quase um século essa região vivenciou o apogeu e o declínio das minas de diamante e carbonato; como que por encanto esse tesouro surgiu e desapareceu com a mesma intensidade.

A história oficial passa ao largo do ocorrido.

Muitos dos episódios aqui narrados foram imaginados a partir de lendas, “causos” e fábulas, passadas às novas gerações através da nossa fértil cultura oral.

Os personagens desta comédia são de distintas fases da História do Teatro enfatizando assim o caráter fictício e fabuloso da encenação, uma vez que, na ficção, a imaginação se mostra mais relevante do que os fatos.

 

 

Personagens:

 

Trupe de Saltimbancos

Jogral

Jogralesa

Vicentino

Pierrô  

Colombina

Arlequim

Saltimbanco Francês

Índia à la francesa do Romantismo

Cigana

Cigano

 

(Os saltimbancos são os narradores e se desdobrarão nos demais personagens da peça)


 

Leia a peça na íntegra: clique aqui

















 






Eduardo Calazans, baiano, dramaturgo e escritor, membro da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (www.sbat.com.br), quatro peças teatrais publicadas, dois livros de contos inéditos. Na Internet tem trabalhos publicados nos sites: www.releituras.com.br; www.germinaliteratura.com.br; Arquivo Renato Suttana; http://www.comediasbaianas.xpg.com.br  E-mails: dudacalazans@ibest.com.br; antonmatos@yahhoo.com.br; dudacalazans@gmail.com 

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